Como ter saúde apenas através da "Flora" Intestinal
Microbiota - Parte II

Através do último artigo, Disbiose, já sabemos o que é e o que causa a Disbiose que é um desequilíbrio da flora intestinal.
"Nós somos o que comemos, absorvemos e utilizamos!"
"No nosso intestino abrigamos uma grande quantidade de bactérias que podem ser patogênica ("maléficas") e apatogênicas ("benéficas")."
Agora vamos aprender a tratar e prevenir a Disbiose através de hábitos alimentares e o estilo de vida saudáveis.
Como tratar a Disbiose?
O tratamento da disbiose poder ser realizado por um nutricionista através da orientação para o consumo de alimentos ricos em fibras e utilização de probióticos e prebióticos na alimentação.
Os probióticos são microrganismos vivos capazes de promover o equilíbrio a saúde dos indivíduos que os consomem. Os prebióticos são carboidratos não digeríveis que beneficiam o organismo por estimular o crescimento de bactérias benéficas no cólon. Estes podem estar presentes nos componentes da alimentação ou podem ser adicionados a ela.
Nada de pescar a "receita do vizinho" qualquer tratamento nutricional deve ser individualizado e realizado de acordo com os sinais e sintomas da disbiose, considerando as necessidades nutricionais de cada um.
Aqui vão alguns conselhos:
- Consumo de Probióticos: leites fermentados (cuidado com os que contem açúcar), Iogurtes naturais sem açúcar;
- O Kefir é um probiotico produzido através da fermentação do leite e apresenta inúmeros tipos de microorganismos benéficos em sua composição;
- Suplementos probioticos que podem ser manipulados ou prontos (o ideal são os que apresentam mais de 4 cepas).
- O Consumo de Prebióticos: Oligossacarídeos resisteabntes, como os frutooligossacarídeos estão presentes na chicória, alho poró, cebola, banana, batata yacon, tomate, beterra, aspargos, alcachofra, centeio, aveia. Lembrando que não basta ingerir os probióticos e é necessário o consumo de alimentos para as bactérias multiplicarem.
- Consumo de alimentos ricos em fibras solúveis que facilitam o crescimento de bactérias "benéficas";
- Ingestão líquida adequada necessária para hidratação das fibras e aumento da formação do bolo fecal;
- Controle da ingestão de gorduras trans e saturadas;
Lembrando que é importante avaliar as causas da disbiose e controlar estes fatores, como estresse, o consumo de álcool. No caso do uso crônico de medicamentos, verificar com seu médico a necessidade deste a longo prazo e nunca fazer uso de medicação sem prescrição médica.
É importante salientar que não adianta tratar a disbiose e retornar aos maus hábitos alimentares, pois o problema retornará.
Espero ter que cuidem do seu intestino alimentando as “bactérias do bem!
Abraços! Não esqueçam de comentar. Até a próxima!
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Sobre a Autora
Krisnarô Pavezi
Nutricionista (CRN: 9995). Pós-graduada em Nutrição Clínica e Estética pelo IPGS-RS e Pós- graduanda em Nutrição Esportiva Funcional pela VP-SP. Graduada no Dale Carnegie Course (Treinamento de Competências Interpessoais) , tem formação em Life Coaching e PNL Practitioner pelo Instituto Humanity. Possui certificação internacional em Antropometria, emitido pelo ISAK (International Society for the Advancement of Kinanthropometry), além disso, faz atendimento clínico e realiza palestras na área de nutrição esportiva, estética e comportamental.